Células executáveis
Combine explicação, parâmetros e chamadas de aplicações. Células comuns permanecem no navegador; chamadas network.submit tornam-se jobs.
O LABIO Workspace reúne notebook, ferramentas de bioinformática, fila de jobs, dispositivos, créditos, tutoriais e resultados. O usuário prepara a análise; o scheduler escolhe somente um nó compatível e registra toda a execução.
Cada área do Workspace resolve uma etapa: preparar, executar, acompanhar, aprender e registrar.
Combine explicação, parâmetros e chamadas de aplicações. Células comuns permanecem no navegador; chamadas network.submit tornam-se jobs.
Software organizado por área, finalidade, entrada aceita, perfil de recursos e estágio de integração com a rede.
Status, dispositivo selecionado, progresso, consumo, falhas e resultados ficam associados à conta e à execução.
Celulares, computadores e servidores informam arquitetura, recursos, disponibilidade e software compatível.
A conta mostra saldo, débitos por tarefas, créditos recebidos, horas utilizadas, horas cedidas e histórico mensal.
Taxa de conclusão, ferramentas usadas, nós selecionados e movimentações ajudam a reproduzir e auditar o trabalho.
O Workspace não envia qualquer tarefa para qualquer aparelho. Cada job passa por validação, compatibilidade e registro.
O usuário informa ferramenta, dados, parâmetros e recursos desejados.
O cliente verifica campos obrigatórios, limites e formato do payload.
A solicitação permanece vinculada à conta autenticada.
Compara arquitetura, software, threads, memória, GPU e disponibilidade.
O job aguarda até existir um nó autorizado e realmente compatível.
Somente o executor selecionado recebe a tarefa e seus dados de entrada.
A ferramenta roda com limites compatíveis com o dispositivo.
Arquivos, métricas e mensagens de erro retornam ao Workspace.
Status, consumo e movimentação ficam registrados na conta.
O notebook é a interface de preparação. O tipo da célula e a aplicação escolhida definem se o trabalho permanece local ou se vira um job distribuído.
network.submit cria um job com contrato de entrada, recursos e ferramenta identificados.O tipo do nó não define sozinho onde um job roda. A decisão final depende da arquitetura, do pacote instalado, dos recursos livres e da política de acesso.
Recebe tarefas compatíveis de CPU e inferência leve quando o usuário autoriza a contribuição e o aparelho atende aos requisitos.
Transforma computadores pessoais e workstations em nós controlados, além de oferecer acesso rápido ao ambiente autenticado.
Atende workstations, laboratórios e infraestrutura institucional com imagens científicas, cotas e políticas definidas pelo responsável.
Sobre celulares: uma tarefa só é enviada ao smartphone quando o executor correspondente está empacotado para Android ARM64, o aparelho está online e os limites de bateria, memória, temperatura e uso permitem. Caso contrário, o job permanece na fila ou segue para outro nó compatível.
Estas integrações já têm payload reconhecido pelo Workspace. A disponibilidade real depende da versão do aplicativo e das imagens reportadas por cada nó.
Cada camada possui uma função própria e uma página detalhada. Conheça o aplicativo, o cliente ou o serviço antes de abrir o ambiente operacional.
Assistência contextual, leitura de documentos, elaboração de workflows e roteamento entre modelos.
ENTENDER A IA E O ROUTER AMBIENTE DO PESQUISADOR ↗Notebook, aplicações, jobs, dispositivos, créditos, histórico, tutoriais e resultados em uma conta.
VOCÊ ESTÁ NESTA PÁGINA ORQUESTRAÇÃO DA REDE ↗Compatibilidade, políticas, prioridade, fila, reserva do nó e acompanhamento da execução.
ENTENDER A DECISÃO DE ROTA INFRAESTRUTURA INSTITUCIONAL ↗Servidores e workstations Linux com recursos, imagens científicas, cotas e acesso controlado.
INSTALAÇÃO E PAREAMENTO ESTAÇÃO DE TRABALHO ↗Cliente para Windows, Linux e macOS, com acesso ao ambiente e contribuição controlada.
CONHECER AS VERSÕES DESKTOP ANDROID · ARM64 ↗Acompanhamento da conta e participação voluntária em tarefas leves compatíveis com o aparelho.
CONHECER O APLICATIVOAs 50 ferramentas estão organizadas na ordem natural da análise. O ponto verde identifica nomes que já aparecem entre os contratos executáveis; os demais permanecem no roteiro de integração.
Antes da análise: o módulo “Do sequenciador ao FASTQ” explica Sanger, NGS, TGS, Illumina/HiSeq/NovaSeq, PacBio e Oxford Nanopore, incluindo biblioteca, base calling, demultiplexação e formatos de saída. Ele é um módulo educacional e não entra na contagem das 50 ferramentas.
A execução distribuída precisa ser compreensível depois que termina — inclusive quando falha.
Solicitação, conversa, saldo e resultados ficam separados por usuário e pelas autorizações institucionais.
Aplicação, versão, entradas, recursos solicitados e dispositivo selecionado compõem o histórico operacional.
Fila, execução, conclusão, falha, tempo computacional e créditos podem ser acompanhados na mesma conta.
Entre no Workspace para abrir o notebook, consultar ferramentas, acompanhar jobs e gerenciar seus dispositivos.