Pesquisadores e estudantes
Organizam projetos, selecionam aplicações, enviam dados, acompanham tarefas e respondem pela finalidade científica e pela legitimidade dos dados utilizados.
Ver jornada →A LABIO.NETWORK articula pesquisadores, universidades, laboratórios e equipamentos em uma infraestrutura distribuída. Aplicações, permissões, consumo e resultados são organizados em um ambiente comum, sem retirar de cada instituição o controle sobre seus próprios recursos.
A participação não é igual para todos. Cada perfil possui atribuições próprias, e cada instituição define como seus recursos poderão ser utilizados.
Organizam projetos, selecionam aplicações, enviam dados, acompanham tarefas e respondem pela finalidade científica e pela legitimidade dos dados utilizados.
Ver jornada →Reúnem equipes, projetos e cotas; orientam o uso das aplicações e podem administrar recursos destinados a linhas de pesquisa específicas.
Ver comunidade →Cadastram infraestrutura, indicam responsáveis técnicos e estabelecem políticas de acesso, capacidade, prioridade e compartilhamento.
Ver instituições →Mantém identidade, catálogo de aplicações, roteamento, registros operacionais e mecanismos de acompanhamento da rede.
Ver a rede →Uma tarefa só é encaminhada depois que identidade, aplicação, requisitos e regras de acesso são verificados.
O usuário informa sua identidade, instituição e contexto de pesquisa. O projeto define quem participa e qual é a finalidade da execução.
São selecionados o método computacional, a versão da ferramenta, os arquivos de entrada e os parâmetros necessários.
A plataforma apresenta a necessidade prevista de CPU, GPU, memória, armazenamento, tempo e créditos antes da confirmação.
O scheduler considera requisitos técnicos, disponibilidade, prioridade e a política definida pelo responsável de cada nó.
A tarefa utiliza somente o recurso autorizado e a configuração prevista para a aplicação. O andamento fica disponível no Workspace.
Logs, estado, duração, consumo e arquivos resultantes permanecem vinculados à conta e ao projeto correspondente.
A rede coordena o acesso, mas não substitui as normas acadêmicas, os responsáveis pelos dados nem a gestão local da infraestrutura.
O ingresso na rede não torna um equipamento automaticamente público. O responsável escolhe o alcance permitido e pode alterar sua disponibilidade conforme as regras da instituição.
A infraestrutura distribuída exige decisões explícitas sobre dados, ambiente de execução e responsabilidade institucional.
Usuários, projetos e aplicações recebem somente as permissões compatíveis com sua finalidade e com a política do recurso.
Dados sensíveis ou restritos devem utilizar ambientes e acordos aprovados pela instituição; não são destinados automaticamente a nós voluntários.
Versões, configurações, consumo e logs operacionais ajudam a documentar como a execução foi realizada.
Pesquisador, projeto, instituição e recurso utilizado ficam associados ao histórico correspondente, conforme o nível de acesso.
Respostas diretas sobre participação, infraestrutura e uso da rede.
Não necessariamente. O acesso pode vir de uma cota institucional, de créditos disponíveis na conta ou de recursos autorizados para o projeto. Contribuir com capacidade é uma forma adicional de participação.
Não. A instituição define responsáveis, períodos de disponibilidade, limites, grupos autorizados e alcance do compartilhamento. A conexão pode ser interrompida de acordo com sua política operacional.
Não. A aplicação precisa ser compatível com o sistema e com os recursos disponíveis, além de estar autorizada pela política daquele nó.
Os créditos registram o uso de serviços e capacidade computacional na plataforma. Eles podem ser recebidos pela conta, atribuídos por uma instituição ou gerados por mecanismos de contribuição definidos pela rede.
O Workspace reúne status, histórico, consumo, logs e referências aos arquivos gerados. A localização e a retenção dos dados dependem do tipo de tarefa e da política do ambiente utilizado.
Pesquisadores podem começar pelo Workspace. Instituições podem conhecer o modelo de adesão e governança da infraestrutura.